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Todos nós somos um pouco tímidos, ansiosos e inseguros em certos ambientes e diante de estranhos. Esse grau de timidez varia de pessoa para pessoa de acordo com a situação. Embora seja normal ficarmos pouco à vontade nessas ocasiões, vencida a inibição inicial, a tendência é irmos nos familiarizando com o ambiente e entrosando com as pessoas.

Entretanto, existem indivíduos que fogem dessas experiências como o diabo da cruz. Ficam apavorados só em pensar na possibilidade de viver tais momentos e chegam ao extremo de evitar qualquer contato social. Essas atitudes podem indicar um quadro de fobia social.

Esse comportamento fóbico se reflete no campo afetivo e profissional, compromete a qualidade de vida, e proporciona uma perda de importantes oportunidades na vida. O transtorno pode começar na infância, arrastar-se pela adolescência e atingir a vida adulta. Quanto mais cedo for enfrentado, melhores serão os resultados e menos sofrimento trará para seus portadores.

Nos quadros de fobia social, a timidez se torna muito excessiva e tem uma repercussão muito grande na vida da pessoa. E para piorar, muitas vítimas da fobia social tendem a se “automedicar” com álcool e drogas. Podendo tornar-se dependentes dessas. Além disso, os fóbicos sociais são mais predispostas a desenvolver depressão e bullying durante a infância e a adolescência.

Muita gente, por conta da própria introversão, demora anos para buscar ajuda. O que é uma pena, já que com tratamento é possível melhorar muito e ter uma vida mais plena e saudável.

Fonte: Portal Psiquiatria Avançada

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