Síndrome do pensamento acelerado: você tem?

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No mundo em constante mudança e com o ritmo acelerado, é difícil afastar da mente as obrigações diárias e problemas. Mesmo nos momentos de descanso, as pessoas continuem com a cabeça cheia. Isso acontece com você? Fica o tempo todo pensando mil coisas que tem que fazer ou resolver? Calma! Você não é o único.

Com origem no ritmo alucinante das grandes cidades, overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional, a Síndrome do Pensamento Acelerado (SAP) é uma condição do mundo moderno, que acomete milhares de pessoas. Segundo especialistas, essa síndrome não é uma doença, mas, sim, um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade.

O psicólogo e master coach João Alexandre Borba explica que as pessoas mais vulneráveis a desenvolverem esse tipo de síndrome são aquelas avaliadas constantemente por causa de suas obrigações profissionais, não podendo se desligar delas por nem um segundo. “Bons exemplos são médicos, jornalistas e executivos. A pressão profissional, juntamente ao excesso de informações às quais somos submetidos diariamente, que é considerado normal, atualmente, pode abalar o emocional de alguém”, afirma.

Os sintomas são a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, a impressão de que as 24 horas por dia são insuficientes para o cumprimento de todas as tarefas, o sentimento de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. “O esgotamento mental é a principal descrição para a pessoa que sofre da SPA, transferindo o cansaço intelectual para o cansaço físico, o que faz com que o humor seja muito volátil, também. A tecnologia tem influência nesse quadro, pois é lotada de estímulos e informações que podem cansar a vista e o cérebro”, observa.

Você se identificou com esses sintomas? Se a sua resposta é sim, o recomendado é buscar ajuda profissional. “O melhor a se fazer é buscar um apoio de um especialista e adotar um estilo de vida que permita fugas do estresse cotidiano, praticando atividades físicas e dedicando tempo ao lazer. Fazer pausas, retomar alguns hobbys e tentar fazer coisas sem nenhuma atividade simultânea”, finaliza o psicólogo.

 

Por conta da necessidade de se manter conectado a tudo que acontece à sua volta e do ritmo frenético das grandes cidades, cada vez mais é comum ver alguém com a Síndrome do Pensamento Acelerado. As pessoas com a síndrome têm dificuldades em relaxar a mente e organizar as ideias.

Identificou-se? O site Vivo Mais Saudável traz causas, sintomas e tratamento dessa nova doença do século XXI.

Causas

Essa é uma condição moderna que tem origem com o ritmo alucinante das grandes cidades, com overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional de uma boa quantidade de gente. Depressão, estresse, síndrome do pânico e nomofobia (medo de ficar sem celular) são outros exemplos de situações que ocorrem com muito mais frequência nas últimas décadas.

Especialistas dizem que a síndrome do pensamento acelerado não é uma doença, mas sim um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade. As pessoas mais vulneráveis geralmente são aquelas que são avaliadas constantemente por conta das suas obrigações profissionais, não podendo desligar um minuto sequer, caso contrário o trabalho é comprometido. Bons exemplos são executivos, jornalistas, escritores, publicitários, professores e profissionais da saúde.

Sintomas

É comum entre quem tem a síndrome do pensamento acelerado ter a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, com aquela impressão de que 24 horas são insuficientes para cumprir tudo o que você tem planejado para o dia. Há o sentimento persistente de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. O humor flutuante é outra característica bem comum.

O esgotamento mental da pessoa que não consegue desacelerar o seu pensamento normalmente se converte em cansaço físico também. Isso porque o córtex cerebral, a camada mais evoluída do cérebro, “rouba” energia que deveria ser utilizada em músculos e outros órgãos.

Para saber mais sobre as possíveis formas de tratamento, acesse o site Vivo Mais Saudável e descubra.

(Via Catraca Livre)

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