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Serotonina pode estar relacionada ao aumento de paciência, em vez da felicidade

marinaknobl

Aos 23 anos, Marina já passou pelas redações Globo Rural e GALILEU e também pela Comunicação Corporativa da Editora Globo durante o Programa de estágio. Atualmente é assistente editorial da GloboPress. Apaixonada por tecnologia, psicologia e temas curiosos como a Fobia, pretende atuar na área de jornalismo científico, escrevendo sobre saúde e bem-estar.
  Pesquisadores da Fundação Champalimaud de Lisboa podem estar perto de descobrir a verdadeira função da serotonina, substância química produzida no cérebro e habitualmente vinculada à felicidade. Conforme um estudo publicado na revista científica americana “Current Biology”, ela tem ligação mais direta com a paciência do que

Serotonina age de forma variada no combate à ansiedade

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Aos 23 anos, Marina já passou pelas redações Globo Rural e GALILEU e também pela Comunicação Corporativa da Editora Globo durante o Programa de estágio. Atualmente é assistente editorial da GloboPress. Apaixonada por tecnologia, psicologia e temas curiosos como a Fobia, pretende atuar na área de jornalismo científico, escrevendo sobre saúde e bem-estar.
Pesquisadores da USP descobriram que o papel desempenhado pela serotonina varia nos diversos tipos de transtornos de ansiedade. A expectativa é que essa descoberta leva a um aprimoramento do diagnóstico e do tratamento desses transtornos. Em pessoas com transtornos de ansiedade, existem pelo menos dois grupos que

Cientistas descobrem primeiros genes ligados à depressão

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Aos 23 anos, Marina já passou pelas redações Globo Rural e GALILEU e também pela Comunicação Corporativa da Editora Globo durante o Programa de estágio. Atualmente é assistente editorial da GloboPress. Apaixonada por tecnologia, psicologia e temas curiosos como a Fobia, pretende atuar na área de jornalismo científico, escrevendo sobre saúde e bem-estar.
A busca por marcas genéticas que expliquem a depressão é realidade em diversos laboratórios pelo mundo, mas até o momento nada havia sido provado. Porém, um estudo realizado na Universidade de Oxford, e divulgado na publicação científica Nature, pode mudar a forma como os médicos encaram a