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O Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (Proata) da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) está recrutando voluntários para participarem de um estudo que testará a abordagem multidisciplinar no tratamento de pessoas com bulimia nervosa ou transtorno de compulsão alimentar associada a sobrepeso ou obesidade.

O público-alvo consiste em pessoas de ambos os sexos, maiores de 18 anos, com sobrepeso ou obesidade e que também apresentem compulsão alimentar ou bulimia nervosa.

A pesquisa, desenvolvida dentro do Departamento de Psiquiatria, envolverá atendimento psicológico grupal gratuito, composto por 30 sessões durante seis meses, e avaliará dois tipos de tratamento para definir qual deles pode ser mais efetivo para melhorar os sintomas alimentares e os cuidados com o peso.

Os interessados em participar da triagem podem obter mais informações com Marly ou Mariana no telefone: (11) 5576-4990, ramal 1338, ou via e-mail: tratamentoproata@gmail.com.

 

 

Outros estudos que necessitam de voluntários

TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA AFETIVA

O Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad/Unifesp) oferece tratamento gratuito de dependentes afetivos nas relações amorosas.

O tratamento está disponível para homens e mulheres, com mais de 18 anos, que:

– Sentem-se dependentes afetivamente;
– Experimentam um sofrimento psicológico importante associado ao modo de se relacionar amorosamente;
– Têm a sensação de aprisionamento e imobilidade no relacionamento;
– O modo de se relacionar amorosamente interfere negativamente em sua vida.

Os interessados deverão se inscrever pelo telefone (11) 5579-1543, das 9h às 17hs. O Proad/Unifesp está localizado na Rua Prof. Ascendino Reis, 763, na Vila Clementino, em São Paulo/SP.

 

EFEITOS DA MEDITAÇÃO EM MULHERES QUE PRECISAM DE CALMANTES PARA DORMIR

Os Departamentos de Psicobiologia e de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP) estão desenvolvendo uma pesquisa para verificar os efeitos da meditação do tipo mindfulness (atenção plena) em mulheres que precisam usar medicamentos para dormir, a fim de avaliar a possível diminuição da ansiedade e da melhora do sono.

Podem participar do estudo mulheres adultas (a partir de 18 anos), de nacionalidade brasileira, alfabetizadas e que estejam usando medicamentos como o Zolpidem, Zaleplom e Zopiclone ou tranquilizantes do tipo benzodiazepínicos para dormir nos últimos três meses (90 dias), com frequência de pelo menos quatro vezes por semana. São exemplos desses tranquilizantes: Diazepam, Clonazepam, Bromazepam, Alprazolam, Flunitrazepam, Flurazepam e Midazolam, entre outros.

As interessadas devem ligar, durante o horário comercial, para o telefone (11) 5549-2500 (falar com Andreza).

(Via Unifesp)

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